30 de janeiro de 2015

Sobre os ensinamentos de Valentim

Recebi o link deste vídeo de presente hoje de madrugada. Fico grata, porque me causou emoção, chorinho e arrepio.
 
E essa sanfona... e essa poesia...

"... o chegar não é mais valioso que a andança..."

Lugarzinho novo que merece ser divulgado :: Boutique do Brigadeiro


Quem acompanha o blog sabe que eu sempre divulgo os lugares que considero bom de se passear, principalmente na minha cidade, que é tão carente de um charminho. Se é uma cafeteria, então, daí ganha minha simpatia eterna.

Essa semana fomos brindados com a abertura da Boutique do Brigadeiro, espaço lindo, amplo, bem decorado, com atendimento gentil e eficiente.

Pra variar, comi o bolo de cenoura, com todas as coberturas possíveis: calda e flocos de chocolate belga. Por esse pedido, mais um café, paguei R$ 10,50, portanto, além de todos os elogios que já teci, também considero o preço justo.

Agora... é uma imoralidade ir à uma brigadeiria e não comer um brigadeiro, né? Então acho que vou ter que voltar! rsrsrs

Espiem...

(Rua Aurora Soares Barbosa, 79, Vila Campesina, Osasco. Por enquanto, abrem após às 13h, mas estão em fase de testes em relação ao horário)













26 de janeiro de 2015

Presente muito legal !

Muito legal quando a gente se identifica com um presente né? Dá aquele aconchego proveniente do carinho, porque sabemos que a pessoa de fato pensou em como somos e o que nos agradaria.

Foi assim com as pimentas que me foram trazidas do Chile, de presente, pela amiga Eli.

Uma delas é um molho, com ardência moderada (segundo o rótulo - ainda não provei), e que compôs e ajudou a dar charme ao meu recém colocado apoio para temperos, na cozinha.



A outra veio num kit totalmente interativo, e que eu amei.

Dentro de uma caixa estavam uma "bolacha" de "terra mágica", um vaso feito de fibras, um pacotinho com sementes de pimenta da espécie Aji Cacho de Cabra (pimenta da família da caiena, cereja, jalapeño e peperoncino) e uma espátula de madeira com identificação da pimenta a ser plantada.


Após 10 minutos de hidratação dessa bolacha, descompactei o composto e enchi o vaso. Espalhei as sementes sobre a terra e cuidadosamente empurrei todas aproximadamente 0,5 cm pra dentro, conforme orientação impressa na caixa e uma dose de sorte na tradução do espanhol... hehehe

Essas orientações dão conta de que, quando as pimentinhas brotarem, devem ser colocadas em um vaso maior, com mais capacidade para acomodar as raízes, mas o interessante é que eu não precisarei removê-las de onde estão. Basta colocar o vaso em que elas brotaram dentro de um maior e preencher com terra de boa qualidade. Isso deve acontecer no outono, de acordo com o que consegui ler.






Adorei meus presentes! Para constar, e deixá-los ainda mais interessantes, vale dizer que os Mapuches, ainda numerosos no Chile, onde formam aproximadamente 4% da população, tem o ají em alta conta. Além de louvarem sua capacidade de agregar sabor à comida, atribuem-lhe a função mágica de proteger contra a inveja e o mau-olhado e poderes medicinais como analgésico, anti-inflamatório e desinfetante. Esse povo é dono do crédito inicial pelo uso do Ají no Chile, mas hoje essa espécie de pimenta compõe 70% do preparo do merkén, tempero chileno que caiu nas graças dos grandes chefs de cozinha por lá e é muito difundido no país.



Testando receitas :: risoto de filé mignon com alcaparras


Eu queria muuuuuito saber cozinhar, entender os temperos, ter intuição pra culinária... Mas necas! Então, sigo receitas, observo, fuço... Na minha última viagem a Cambury tive o prazer de conhecer pessoas incríveis, e de comer comidinhas incríveis também. 

Uma delas foi o risoto de filé mignon, com alcaparras e cogumelos. 

Olha, é de comer rezando!! A receita me foi dada e gentilmente explicada. Não tinha vinho branco em casa e então usei o tinto. Como o prato é feito com carne vermelha, achei que daria certo. E deu! Ficou delicioso! Particularmente, não gosto do visual do risoto escuro, mas o vinho o deixa assim. Da próxima vez, terei o vinho branco, juro!  :)


Fácil, fácil de fazer e, do mesmo jeito que a receita foi compartilhada sem cerimônia lá, vou compartilhar aqui.



As quantidades variam de acordo com o gosto, então só vou citar os ingredientes que usei e como preparei. Primeiro, refoguei a carne na manteiga e no azeite, sem sal nem nada. Quando ela já estava dourando, acrescentei a cebola e deixei fritando até que os dois chegassem no ponto dourados. 

Enquanto isso, o caldo de carne deveria estar sendo preparado (eu já tinha caldo de carne, extraído de um cozimento que fiz em outra ocasião e congelado). Mas poderia ter sido feito com caldo em cubos. Daí, seriam 2 cubos de caldo de carne ou legumes na água fervente (fiz um copo de arroz, usei 2 copos de caldo de carne). Mantive o caldo fervendo em fogo baixo até o final do preparo da receita.

Bom, quando a carne e a cebola estavam bem douradinhos, acrescentei o arroz arbóreo e fritei por bastante tempo, sempre mexendo. Se o risoto tivesse levado vinho branco invés de vinho tinto, teria acrescentado um tomate pra dar uma corzinha, como me foi orientado.

Então coloquei um copo de vinho e mexi, mexi, mexi... até o vinho secar. A partir daí, fui colocando o caldo de carne que vinha sendo mantido fervendo. Isso deve ser feito aos poucos, e com uma mexidinha no refogado de vez em quando (quanto mais mexer, mais cremoso fica). Coloquei umas pitadas de pimenta do reino e ajustei o sal (mas com cuidado porque ao final, o risoto ainda recebe queijo parmesão). Coloquei, ainda, uma pimenta dedo de moça, fresca, cortada em rodelinhas pequenas. 

Juntando com o vinho, essa quantidade de caldo em que o arroz foi cozido é suficiente para o meu paladar - gosto do arroz al dente.

Então, coloquei um vidrinho pequeno de alcaparras e outro de champignons, misturei tudo e desliguei o fogo. Acrescentei queijo parmesão, salsinha picada finamente, mexi bem e... 

19 de janeiro de 2015

Você acredita em vida após a morte?

Em Cambury a natureza exagera !


Sempre que vou a Cambury encontro a natureza dando o seu costumeiro show, mesmo com tantas agressões. Desta vez, ela castigou no calor, que estava desumano, mas sua exuberância é tão compensadora que quem vai reclamar de estar sob a sensação térmica próxima à da garganta do inferno?



A gente acorda e o que se vê da janela é isso aí em cima.
O que se ouve é fantástico.
E, além dos limites da janela, o que se tem é o lugar perfeito, pintado à mão!