29 de maio de 2014

O simples que vira um mimo :: bombons embalados com tecido

Para um chá de cozinha que minha irmã está ajudando a montar, embalamos bombons simples, comprados em supermercado, em tecidos cujas cores serão usadas no resto da decoração.

Fácil, fácil transformar um bombom sem graça num presentinho bem bonitinho. Além disso, é barato, e fica lindo na mesa de decoração.

Olha só...




Achados de mudança

Costumamos guardar coisas que não nos serão mais úteis, mas que também não queremos nos desfazer, em lugares onde não vão ficar muito à vista. Geralmente são caixas, malas, que vão para os famosos "quartinhos" da bagunça. 

Como estou pra me mudar, o cômodo da bagunça foi bem mexido por esses dias. E aí, olha o achado: roupinhas do Vítor, que hoje tem 16 anos. Deu aquela vontadezinha de chorar, por muitos motivos... Motivos antigos, motivos mais recentes... Enfim, roupinhas de bebê que mexeram muito comigo!

Aí que saudade dessa época...

 





Saudade da minha vó :: brincos de princesa

"Eu tenho uma casinha lá na Marambaia
Fica na beira da praia, só vendo que beleza.
Tem uma trepadeira que na primavera
Fica toda florescida de brincos de princesa"

Bom, a casa da minha avó materna não era na beira da praia, como na música da Bethânia, mas a recordação mais bonita que eu tenho de lá é de uma porção de brincos de princesa que eu achava a flor mais linda do mundo. A planta ficava bem na frente da casa, na calçada, e os cachos de flores me encantavam. Não sei se é o lugar onde eu moro ou se a florzinha deixou de ser cultivada mesmo, mas eu não via brincos de princesa há muitos anos. 



Mais aí, em uma visita à uma loja de plantas muito legal em São Paulo, encontrei as pequenas florzinhas tão vibrantes que encheram os olhos de cor e o coração de saudades da vozinha. 

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Fora isso, vou aproveitar o post e contar sobre o lugar que é bem legal de se visitar em São Paulo. Não é uma postagem promocional, mas gostei do passeio e resolvi divulgar. Gardens, lojas de plantas, de decoração e de jardinagem são o meu fraco e eu me derreto toda.

E pela loja de "verdes" do Uemura, na Vila Leopoldina, eu me derreti também. Com estacionamento cortesia e uma pequena lanchonete dentro do galpão, o serviço fica praticamente completo. Comprei plantinhas pra casa nova e ainda comi yakissoba, tudo no mesmo lugar. Ah! A loja também alguma coisa de decoração em cristais e vasos, que são de babar.

Para quem estiver por perto e se interessar: Av. Engenheiro Roberto Zuccolo, 284 - São Paulo. Telefone: (11) 3641-7940. Abre de segunda à sábado, das 7h às 17h30 e aos domingos, das 9h às 14h.



















26 de maio de 2014

Contra a campanha feminista pela manutenção dos pelos

"Que diferença da mulher o homem tem
espera aí que eu vou dizer meu bem
é que o homem tem cabelo no peito
tem o queixo cabeludo
e a mulher não tem"


Eu nunca tive curiosidade em pesquisar porque é que a mulher se depila, por que sempre me convenceu a explicação de que era pela higiene, o que não faz muito sentido, já que pelo mesmo motivo, o homem também teria que fazê-lo. De qualquer forma, pra mim estava bom assim: homens com pelos, mulheres sem! Tudo convencionado e muito bem resolvido na minha cabeça.

Ainda está bem resolvido: continuo achando que homens ficam bem com seus pelos e mulheres, sem eles. Mas na contramão do homem depilado, que tem ganhado adeptos desde o fim dos anos 90, a mulherada agora resolveu que a modinha de 2014 é ter o corpo peludo, incluindo axilas, pernas, virilhas. Algumas mulheres têm muitos pelos no rosto e até esses têm sido defendidos.

Isso me fez pensar nos motivos reais que levaram as mulheres a aderirem a depilação e aí, olha que coisa: não foi pela higiene. Andei lendo e, na década de 20, com a entrada dos vestidos sem mangas no vestuário feminino, os pelos das axilas ficavam à mostra, o que levava os homens aos mais variados devaneios sexuais. Era pela cor dos pelos das axilas que eles imaginavam os pelos pubianos, e isso levou as mulheres a depilar seus delicados "sovacos"! À  medida que os vestidos foram encurtando, as pernas também passaram a ser depiladas.

Podem me chamar de machista, mas acho a campanha pura falta do que fazer. Primeiro, porque a decisão de depilar ou não os pelos é pessoal e não ninguém precisa da aprovação, muito menos da autorização de outros, pra mantê-los no corpo e sendo assim, não é preciso lutar por um direito que já se tem.

Além disso mulher peluda é nojento. Acumula suor, causa odor, fica feio, é desleixado e reflete a contramão do que se espera da evolução da espécie. Hoje, as roupas fazem o papel de proteção que os pelos tinham, e não precisamos mais deles.

Então sejamos sinceros: alguém conhece algum motivo plausível pra todo esse barulho nas mídia?

21 de maio de 2014

Mc pê-éfe

Por indicação de uma amiga (Eliane Kirejjian), li uma nota sobre a Mc Refeição que a rede Mc Donald´s serve, mas que ninguém sabe. À princípio, li por curiosidade, pra saber porque o Mc tem refeição no cardápio e não divulga pra ninguém (se bem que, quem vai ao Mc, vai com intenção de comer hambúrguer, mas...). 

Depois, fiquei chocada com a aparência do prato (nada atrativa), com o preço absurdamente alto pelo que oferecem, com a falta de informação, enfim, com tudo o que envolve a opção pela refeição. Achei a coisa toda estranha. Pior ainda foi a reação da funcionária de uma das lojas da rede, descrita no link do próximo parágrafo.


Deixo o link, aqui, da opinião do crítico da Folha, Josimar Melo, que passou por essa incrível experiência gastronômica!! 

A rede de fast food McDonald’s serve arroz com feijão no Brasil desde 2010, mas a refeição não é divulgada pela empresa por não ser o foco do menu. Os pratos executivos estão à disposição dos consumidores por abusivos R$ 23, em média (só o prato, sem suco ou sobremesa). Essa é a mesma refeição oferecida para os funcionários.

De acordo com a agência de notícias americana Bloomberg, a refeição com arroz e feijão foi incluída no cardápio depois que os funcionários recusaram os hambúrgueres e batatas fritas.

12 de maio de 2014

Os deslizes de uns que alimentam a vaidade de outros

A Revista de Jornalismo da ESPM desse bimestre traz uma matéria muito interessante sobre os escorregões ortográficos dos jornalistas. Intitulada "Imprensa ou imprença", o texto, de 4 páginas, fala de "casos de analfabetismo irreversível e ignorância como vocação que atazanam desde o foca mais inexperiente até os veteranos da pena".

O texto é muito bem escrito, mas tem um vocabulário meio cheio de vaidades. Claro, é de se esperar de alguém que esteja criticando os colegas um certo egocentrismo na escolha lexical. O que não era de se esperar, no entanto, é o erro de plural cometido à certa altura da matéria, quando seu autor fala sobre "as mídias"...
mí·di·a
(inglês media)
substantivo feminino plural
1. [Brasil] Todo o suporte de difusão de informação
(rádio, televisão, imprensa, publicação na Internet, videograma, satélite de telecomunicação, etc.)
que constitui ao mesmo tempo um meio de expressão e um intermediário 
na transmissão de uma mensagem.
2. [Brasil] Conjunto dos meios de comunicação social.
mídia impressa
• [Brasil] Jornais e revistas.
Nota: A forma média é mais comum em Portugal, usada como 
substantivo masculino plural. Do latim, medium = meios.

Imperdoável cometer esse tipo de engano em um texto que se propõe a criticar o erro dos outros.

Fora isso, vale a leitura, mas só se estiver com sobra de tempo! De fato o colega com mais de 50 anos de profissão tem razão. Vivemos tropeçando em manchetes do tipo "Provedor diz que corte não coloca em cheque qualidade do atendimento" (Correio Popular de Campinas), ou "Congreço vai começar semana com pauta trancada" (Site MS Notícias). Isso me faz lembrar a manchete do site oficial de uma cidade vizinha, que noticiava que a Secretaria de Saúde tinha conseguido vacinar 102% da população (vacinaram até quem ainda não nasceu!).

Enfim, a matéria (repito, um tanto vaidosa demais) da revista ESPM não está disponível na web, então, quem tiver interesse, terá que comprar a revista que, de acordo com informações da capa, custa R$ 16,00, com direito à leitura do pequeno deslize supra citado (recebi a minha via correio).

8 de maio de 2014

Momentos em família :: a receita de brigadeiro da Marina

"Tia, vamos fazer brigadeiro?
Não tem leite condensado.


tic tac tic tac 
(e voltando da cozinha)


Tem leite na geladeira.
Tem nensado?

O quê?

Tem nensado tia? É assim, ó:
Você põe o leite
põe o nensado
o pó de chocolate
mexe
e só!"


Faz muito sentido, na cabeça dela, leite condensado ser "leite com nensado". Isso me fez lembrar do meu afilhado que hoje é um homem, mas que, quando tinha a idade dela chamava a dupla Zezé di Carmargo e Luciano de "Zezédi e CamargoLuciano". 

A gente perguntava: quem é esse, Felipe? e ele respondia: Zezédi. 

E esse? CamargoLuciano. 

É isso! Crianças são sempre tão fofas...

O adeus a Jair Rodrigues

"Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora 
Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora 
É refletir na lágrima um momento breve 
De uma estrela pura cuja luz morreu"
Serenata do Adeus - Jair Rodrigues


* 06.02.39 - Igarapava
+ 08.05.14 - Cotia


E eu tive o prazer de vê-lo cantar...

4 de maio de 2014

Guirlanda com base de papelão


Ainda no projeto "quarto da Marina", fiz uma guirlandinha linda pra ela terminar a decoração do cômodo. Cortei o molde num papelão e reforcei com jornal. Depois, grosseiramente encapei com tecido, com ajuda de cola quente, só pra que o fundo ficasse cor de rosa, já que ia aplicar flores de papel em toda a base.


Aí, usando os próprios araminhos que servem de caule das flores, fui acomodando com cuidado uma a uma e aproveitando para deixar a peça mais estruturada. Ela ficou bem firme. Por fim, aproveitei e repaginei um cabide que não estava nada bonito. Pintei a base de branco, apliquei o mesmo papel de parede que foi usado no quarto, parafusei os ganchos e fiz os acabamentos com as mesmas flores e fitas da guirlanda. A pequena Marina adorou e a tia ganhou beijocas!

3 de maio de 2014

Os primeiros móveis da minha casa

"Era uma casa
muito engraçada
não tinha teto
não tinha nada.. "

Minha casa não tinha nada mesmo (ou quase nada), até hoje pela manhã. Eu já havia levado algumas coisinhas, o fogão que carinhosamente ganhei da minha amiga Ju já foi entregue pela loja lá no apê mesmo, já tem plantinhas, algumas coisas de cozinha... mas a mudança mesmo está para ser levada por esses dias.

Mas aí, hoje de manhã, eu levei duas peças que ganhei da minha tia, e que foram da minha avó. Elas fazem parte de um jogo de dormitório lindíssimo que conheço desde que era bebê, cresci vendo esses móveis. Já tenho quase 40 anos e os móveis foram comprados há 43!

Andei pesquisando na internet e peças parecidas custam uma pequena fortuna. Mas para mim, o valor agregado é sentimental, naturalmente. Tô apaixonada pelos meus presentes... Esse cômodo em que eu os coloquei provisoriamente ainda está sem o piso, então, quando estiver pronto, eu mostro como ficou. 




2 de maio de 2014

Quarto de princesa

O quarto da minha sobrinha Marina ganhou papel de parede e cortinas, e agora está praticamente pronto (o apartamento é novo, e minha irmã está finalizando alguns detalhes ainda). Aí, a Tia Pá, como ela me chama, deu uma mãozinha e pintou umas pecinhas pro aposento da princesa.

Minha irmã escolheu um papel de parede bem delicado e móveis rosa e branco, então pintei as peças nos tons do quarto. Olha se não é coisa de boneca!

(para ampliar, clique na foto)